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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A Noite Escura da Alma

Richard J. Foster



"Que significa entrar na noite escura da alma? Pode ser um senso de aridez, de depressão, até mesmo o de sentir-se perdido. Ela nos despoja da dependência excessiva à vida emocional. A noção, tantas vezes ouvida hoje, de que tais experiências podem ser evitadas e que devíamos viver em paz e conforto, alegria e celebração só revela o fato de que muito da experiência contemporânea não passa de sentimentalismo superficial. A noite escura é um dos meios de Deus levar-nos à tranqüilidade, à calma, de modo que ele possa operar a transformação interior da alma.


Como se expressa essa noite escura na vida diária? Quando se busca seriamente a solitude, geralmente há um fluxo de êxito inicial e então um desânimo inevitável - e com ele um desejo de abandonar por completo a busca. Os sentimentos vão-se embora e fica o senso de que não alcançamos Deus. S. João da Cruz descreveu-o deste modo:

“... a escuridão da alma mencionada aqui... põe os apetites sensórios e espirituais a dormir, amortece-os e os priva da capacidade de encontrar prazer em qualquer coisa. Ata a imaginação e impede-a de fazer qualquer bom trabalho discursivo. Ela faz cessar a memória, faz o intelecto tornar-se obscuro e incapaz de entender qualquer coisa, e daí leva a vontade também a tornar-se árida e contrita, e todas as faculdades vazias e inúteis. E acima de tudo isso, paira uma densa e cansativa nuvem que aflige a alma e a conserva afastada de Deus.”

Em seu poema “Canciones del Alma”, S. João da Cruz usou duas vezes a frase:

“Estando minha casa agora totalmente calada.” Nessa expressiva linha ele indicava a importância de silenciar todos os sentidos físicos, emocionais, psicológicos, e mesmo espirituais. Toda distração do corpo, mente e espírito deve ser posta numa espécie de animação suspensa antes que possa ocorrer esta profunda obra de Deus na alma. O anestésico deve fazer efeito antes que se realize a cirurgia. Virá o silêncio, a paz, a tranqüilidade interiores. Durante esse tempo de escuridão, a leitura da Bíblia, os sermões, o debate intelectual - tudo falhará em comover ou emocionar.

Quando o amoroso Deus nos atrai para uma escura noite da alma, muitas vezes somos tentados a culpar todo o mundo e todas as coisas por nosso entorpecimento interior e procuramos livrar-nos dela. O pregador é maçante. O cântico de hinos é tão fraco. Talvez comecemos a andar por aí à procura de outra igreja ou de uma experiência que nos dê “arrepios espirituais”. Esse é um grave engano.

Reconheça a noite escura pelo que ela é. Seja agradecido porque Deus o está amorosamente desviando de toda distração, de modo que você possa vê-lo. Em vez de ridicularizar e brigar, acalme-se e espere.

Não estou aqui a falar de entorpecimento espiritual que vem como resultado de pecado ou desobediência. Falo da pessoa que busca a Deus com afã, e não abriga pecado conhecido em seu coração. “Quem há entre vós que tema ao Senhor, e ouça a voz do seu Servo que andou em trevas sem nenhuma luz, e ainda assim confiou em o nome do Senhor e se firmou sobre o seu Deus?” (Isaías 50:10)

O ponto da passagem bíblica é que é perfeitamente possível temer, obedecer, confiar e firmar-se no Senhor e ainda “andar em trevas sem nenhuma luz”. A pessoa vive em obediência mas entrou numa noite escura da alma.

S. João da Cruz disse que durante esta experiência há uma graciosa proteção contra vícios e um maravilhoso progresso nas coisas do reino de Deus.

Se uma pessoa na hora dessas trevas observar bem de perto, verá com clareza quão pouco os apetites e as faculdades se distraem com coisas inúteis e prejudiciais; e como ela está segura de evitar vanglória, orgulho e presunção, alegria vazia e falsa, e muitos outros males. Pelo andar em escuridão a alma não somente evita extraviar-se mas avança rapidamente, porque assim ela adquire virtudes.

Que deveríamos fazer durante essa época de aflição interior? Primeiro, não leve em consideração o conselho de amigos bem-intencionados de livrar-se da situação. Eles não entendem o que está acontecendo. Nossa época é tão ignorante destas coisas que não lhe recomendo conversar sobre esses assuntos. Acima de tudo, não tente explicar nem justificar por que você parece estar “aborrecido”.

Deus é seu justificador; entregue seu caso a ele. Se você pode, realmente, retirar-se para um “lugar deserto” durante algum tempo, faça-o. Se não, cumpra suas tarefas diárias. Mas, esteja no “deserto” ou em casa, mantenha no coração um profundo, interior e atencioso silêncio - e haja silêncio até que a obra da solitude se complete.

Talvez S. João da Cruz tenha estado a conduzir-nos a águas mais profundas do que cuidássemos ir. Por certo ele não está falando de um reino que muitos de nós vemos apenas “como em espelho, obscuramente”. Não obstante, não temos necessidade de censurar-nos por nossa timidez de escalar esses picos nevados da alma. Esses assuntos são mais bem tratados com cautela. Mas talvez ele tenha provocado dentro de nós uma atração por experiências mais elevadas, mais profundas, não importa quão leve o puxão. É como abrir levemente a porta de nossa vida a este reino. Isto é tudo o que Deus pede, e tudo de que ele necessita.

Para concluir nossa viagem na noite escura da alma, ponderemos estas palavras poderosas de nosso mentor espiritual:

“Oh, então, alma espiritual, quando vires teus apetites obscurecidos, tuas inclinações secas e contritas, tuas faculdades incapacitadas para qualquer exercício interior, não te aflijas; pensa nisto como uma graça, visto que Deus te está liberando de ti mesma e tirando de ti a tua própria atividade.

Conquanto tuas ações possam ter alcançado bom êxito, não trabalhaste tão completa, perfeita, e seguramente - devendo à impureza e inabilidade de tais ações - como fazes agora que Deus te toma pela mão e te guia na escuridão, como se fosses cega, ao longo de um caminho e para um lugar que não conheces. Nunca terias tido êxito em alcançar este lugar, não importa quão bons sejam teus olhos e teus pés.” "

Celebração da Disciplina
 Richard J. Foster
editora Vida

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

LECTIO DIVINA

A Lectio Divina é chamada de Lição Divina ou Leitura orante da Palavra de Deus. Tem como objetivo de alimentar a vida do cristão, fortalecer a vida do cristão. Ela mostra como a Bíblia pode ser presente e contextualizada na vida do praticante.

A Lectio Divina é um estilo de vida (1) de viver segundo as escrituras permitindo a relação com Deus, ouvindo e respondendo a essa revelação. (2).

1. ORIGEM DA LECTIO DIVINA A expressão Lectio Divina vem de Orígenes e a sistematização do método foi através de Guido II, por volta do ano 220 dC. Os pais do deserto usaram esse método como muitos cristãos ainda o usam.

LEITURA

Apropriar, situar, respeitar o texto

Na lectio (Leitura) é importante ler o texto várias vezes, ler com calma e atenção, conhecer o que está escrito, ler se possível em outras versões. Decifrar e interpretar o sentido do texto bíblico. Perceber coisas importantes como o ambiente, personagens, diálogos, analisar os verbos, palavras complicadas. Fazer perguntas como: Quem? Onde? Por que ?

Identifique o que o texto diz e procure conhecer os elementos fundamentais do texto. A pergunta principal deve ser: O QUE DIZ O TEXTO ?

MEDITAÇÃO

Ruminar, dialogar, atualizar

Na (Meditatio) meditação , rumina-se a Bíblia, é a procura de saber o que Deus deseja falar. É penetrar no interior do texto, é mais do que ler. É uma atualização do texto, para mim, é dialogar com o texto. Quais as circunstâncias que o texto me questiona e incentiva a viver com Deus? A pergunta principal deve ser: O QUE DIZ O TEXTO PARA MIM, PARA NÓS? É preciso fazer uma ligação entre a Bíblia e minha vida. Torne-se um veiculo de um amor entre Deus, a Bíblia e o próximo. Contextualizando a Bíblia para a vida cotidiana.

ORAÇÃO

suplicar, louvar, orar

Na Oratio (Oração), responde-se a que Deus falou. Depois de ler o texto e meditar, é o momento de dizer para Deus a proposta do texto. É a resposta do que o texto diz para você. É orar o texto bíblico. Este momento não deve-se preocupar com palavras bonitas, mas no que sente, no que precisa mudar. A pergunta principal deve ser: O QUE O TEXTO ME FAZ DIZER A DEUS ?

CONTEMPLAÇÃO

discernir, agir, saborear

Na Contemplatio (Contemplação), já não há necessidade de palavras. Depois de ter derramado o coração para Deus, no silêncio, entregar-se a uma adoração, pensa-se no que é preciso mudar o que é necessário para um novo agir. A pergunta principal deve ser: O QUE EU PRECISO FAZER ?ESTOU PRONTO PARA A NOVA MISSÃO ?

ALGUNS PASSOS

  1. Procure um lugar agradável e calmo, que seja fácil de se concentrar.

  2. Faça uma oração inicial pedindo para o Espírito Santo orientá-lo e acalmá-lo se for o caso Is50.4b

  3. Cante um cântico ou um hino de adoração e quebrantamento.

  4. Abra sua Bíblia e comece a ler o texto indicado. Leia lentamente e várias vezes em voz alta em outras versões, use o dicionário. O QUE DIZ O TEXTO ?

  5. Ao ler o que o texto diz responda: O QUE DIZ O TEXTO PARA MIM, PARA NÓS ? Atualize o que leu para a sua vida, leia atentamente o que te chamou mais atenção. O que Deus quer te falar. Faça um ponte entre o texto e sua vida. Se possível procure outros textos.

  6. Agora é o momento de colocar diante de Deus o que está sentindo, expressar os sentimentos. É a sua resposta para Deus depois dos desafio que leu no texto. O QUE O TEXTO ME FAZ DIZER A DEUS ?

  7. Num sentimento de adoração, escute o que Deus quer te falar. A contemplação exige uma tomada de decisão. O QUE O PRECISO FAZER ? ESTOU PRONTO PARA A NOVA MISSÃO ? Assuma um compromisso. É preciso produzir o que aprendeu no dia-a-dia. Escolha uma frase para lembrar durante o dia. Escreva num diário espiritual.

  8. Termine pedindo a Deus ajudar nesse novo desafio, entregue-se a Ele.


Que na prática da Lectio Divina possamos falar igual a Samuel “Fala, porque o teu servo ouve.”I Sm 3.10.


1. Peterson, Eugene. Maravilhosa Bíblia, 104pág.

2. Peterson, Eugene. Maravilhosa Bíblia, 107pág.


FONTES:

As fontes foram de diversos sites da internet e rápidas pesquisas em alguns livros sobre o tema.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O mercado e a alma

Hj pela manhã enquanto estava indo para o Betel li o ponto final da Revista Ultimato edição 319- Julho-Agosto de 2009. Abaixo está o que li:
_______________________________-
O mercado e a alma
Rubem Amorese
Confesso minha confusão, minha dificuldade em compreender o coração pós-moderno. Incluindo o meu.O que tem me intrigado é a mistura de uma fé saudável com recursos espirituais inusitados.
Veja como nos presenteamos hoje em dia. Nada mais gostoso e legítimo que dar presentes. Vejo aí a graça da graça. No entanto, com o surgimento das listas de presentes de noivos, das “vaquinhas” dos amigos para dar um presente melhor, das cartas a Papai-Noel, dos comerciais em que a mãe diz que, no seu dia, não vai aceitar nada menos que o produto anunciado, começo a ver desaparecer o encanto da graça inesperada, a singeleza da lembrança pessoal e significativa.
Vejo, em vez disso, pessoas decepcionadas porque não receberam o que haviam pedido. Vejo gente obrigada a dar algo do mesmo valor (leia preço) daquilo que recebeu em outra ocasião. Vejo crianças exigindo e adultos encabrestados pelas datas criadas pelo comércio, em que o presente é “commodity” e o presentear se transforma de graça em obrigação.
Tenho ficado confuso, também, com o efeito do consumo sobre a alma. Há alguns anos, o consumismo era sinônimo de mundanismo. De repente, parece-me que as críticas se desvaneceram. Como se um vagalhão tivesse submergido inclusive os críticos. Consumir passa a ser uma exigência da cidadania. E surgem as autoridades recomendando à população que compre, pois esse gesto preserva os empregos em tempos de crise. Como resultado, o cidadão cheio de sacolas, num “shopping”, passa a ser visto como um agente econômico. E o crente não precisa ser diferente. Ele não é consumista -- é consumidor, é gerador de postos de trabalho. Mesmo que compre aquilo de que não precisa ou mais do que poderá consumir. O ato de comprar se transforma, então, no próprio consumo.Quando esse fenômeno chega à alma, confunde-se, por seu poder gratificante, com a própria oração. Comprar acalma. Clareia a mente. Espairece. Diverte. E de repente, ao perceber minha alma entediada, ou mesmo atribulada, vou às compras e adquiro algo bem bonito. Chego em casa feliz, dizendo que “me dei um presente” porque eu merecia. Se percebo que posso encontrar resistência a esse tipo de terapia, trago presentes para os de casa também.
Não quero imaginar que o coração evangélico pós-moderno tenha deixado de confiar em Deus ou tenha apostatado de sua base doutrinária. Não saberia dizer. No entanto, desconfio que algo esteja acontecendo na área da saciedade. Talvez tenhamos perdido a capacidade de nos satisfazer em Deus. Talvez a correria da vida nos impeça de entrar no quarto e ficar mais tempo com aquele que vê em secreto (bastariam, talvez, as mesmas horas que gastamos comprando). Com isso, Deus permanece em nossa mente sendo o que sempre foi. Porém, o poder de gratificação de sua presença pode estar desaparecendo.
Seria o caso de chamar esse fenômeno de “efeito mamon”? De qualquer forma, é hora de buscar, novamente, a presença de Deus, fazendo nossa alma ali sossegar, “como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe” (Sl 131.2). E assim, saciados, poderemos fazer compras e dar presentes, sem problema algum.
• Rubem Amorese é consultor legislativo no Senado Federal e presbítero na Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasília. É autor de, entre outros, Louvor, Adoração e Liturgia e Fábrica de Missionários -- nem leigos, nem santos.ruben@amorese.com.br

  • O grifo foi meu!


Fonte:http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&artigo=2427&secMestre=2449&sec=2473&num_edicao=319&palavra=o%20mercado%20e%20a%20alma

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Ritmo de Deus


Hoje estava assistindo aula de Teologia do Velho Testamento e o Pr Edson Tinoco, falou sobre o ritmo de Deus baseado em Ex 40.34-38.
A nuvem que determinava o ritmo do povo de Israel, isso fez eles caminhar e depender de Deus, apesar de vermos várias reclamações ao longo do êxodo. Mas o povo tinha o ritmo que Deus queria.
O nosso problema é que estamos tão acelerados com a vida e fora do compasso que esquecemos de andar com Deus e deixamos de confiar nEle. Obedecemos o nosso ritmo e não o de Deus e depois reclamamos que estamos cansados.
O melhor lugar para estar e o lugar que você depende totalmente de Deus.
Qual o ritmo você anda?

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Amigos não são Espírito Santo

A matéia que coloquei a baixo é muito boa. MAs penso que amigos não devem tirar a amizade que devemos ter com o Espírito Santo, pois muitas das vezes, nós em vez de orarmos e ter comunhão com Deus corremos para os amigos atrás de respostas. Amizade é boa, amizade com Deus é melhor ainda!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Sendo um

Antes de dizer o que escrevi para este dia gostaria de me apresentar. Sou Rita de Cássia, tenho 24 anos, sou estudante de Teologia. Refletindo sobre o que tenho lido estes dias e sobre a influência do livro Liberando o fluir do avivamento de Gregory R. Frizzell. Quero compartilhar algumas coisas.
Temos que ser um- para juntos sermos um em Deus, para o mundo crer que Jesus é o Salvador. "E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim." (João 17:20-23 ).
Temos que ser um- amando uns aos outros estamos amando a Deus e seguindo os seus mandamentos. " E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo." (Mateus 22:37-39)
Jesus relaciona nosso testemunho ao amor e a unidade. “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” (João 13:34-35 )
Se observamos a igreja de Atos vemos que linda era a unidade daquela igreja e como eles eram testemunhas de Cristo. “Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos.”(Atos 1:14) “ E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.” (Atos 2:42-47) “ E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus. E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns.” (Atos 3: 31-32)
Na verdade muitos de nós estão cansados de tentas lutas e sedentos pela solução de Deus. Mas precisamos pedir para Deus que melhore nossos relacionamentos para o Senhor produzir mudanças em situações que achamos impossíveis.
A palavra de Deus nos dá esperança que podemos mudar e revela que a graça de Deus é suficiente para nossas vidas. “E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.”(II Corintios 12:9) (Filipenses 4:13,19 Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece. O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus.
Glórias a Deus, Sua graça é maior que nossas fraquezas, é maior que nossos erros. Que o Senhor nos use para sermos instrumentos dele nas nossas igrejas e no local onde vivemos para sermos testemunhas do grande amor de Cristo.